A empresa iniciou suas atividades em 1999 e está localizada na cidade de São Paulo (SP), Brasil.
O nome é uma homenagem ao personagem da literatura francesa, o Gigante Gargântua, da obra de François Rabelais.
A produtora atua em diversas áreas da produção cultural: cinema, música, fotografia; desenvolve cursos, oficinas e palestras; consultoria para cineclubes, exposições e exibição de filmes, organização de debates temáticos, realização de documentários, projetos de mostras de audiovisuais e vídeos institucionais.
A formação e trajetória dos sócios da empresa é que permite essa amplitude de temas e ações. São eles:
Luis Carlos Pavan, músico de formação clássica no violão, vivenciou o cineclubismo paulistano trabalhando nos Cineclubes Bexiga e Oscarito como divulgador e programador. Desde 1997 desenvolve trabalho de pesquisa e composição de trilhas sonoras, organizando mostras de cinema mudo com acompanhamento musical ao vivo. Desenvolve continuamente conteúdo para oficinas sobre a história e a produção de cinema.

Careimi Ludwig Assmann, bióloga pela Unesp de Rio Claro (SP), mestre em comunicação e Semiótica pela PUC (SP). Desenvolve trabalhos de pesquisa sobre as conexões entre cinema, ciência, meio ambiente e educação. Desde 1997 atua como narradora de filmes mudos e produtora cultural. Fotógrafa, recentemente aprofundou seu conhecimento na área no International Center of Photography (New York).
Os eventos desenvolvidos pela Gargântua geralmente acontecem através de parcerias com instituições e órgãos de fomento da cultura brasileiros e de outros países.
Contato: gargantua@ajato.com.br
Bom dia, Luis e Careimi.
Sou o Rogério, que esteve no curso sobre cinema nacional do Catavento. Como havia dito, me interessou muito os aspectos da importância histórica e de formação crítica que os antigos cinemas do bairro da Liberdade tiveram. Acho que poderia render uma boa e interessante matéria de jornal. Mas antes, deixe-me explicar de maneira franca onde entro nisso.
Estou tentando começar agora no jornalismo. Venho de uma história longa que não cabe explicar aqui, mas que se pode resumir em um cara que escreve desde os 15 anos de idade (tenho hoje 36), sempre teve paixão por escrever, por livros e pelo cinema. Não conseguiu ainda realizar qualquer curso superior e tem paixão pelo jornalismo, carreira que sempre quis seguir. Largou o emprego burocrático para se arriscar, mesmo sem diploma de jornalismo, na profissão. Escreve uma coluna de cinema há mais de dois anos para o portal Guia da Semana e começa agora a publicar pequenas colaborações, também sobre cinema, para a revista Época São Paulo.
Acho que isso resume bem. Por isso, tenho procurado pautas para matérias, afim de oferecê-las como free-lancer para jornais e revistas com os quais tenho iniciado alguns contatos recentemente. É onde entra a pauta dos antigos cinemas de Liberdade. Gostaria de saber se vocês poderiam me conceder uma entrevista sobre a pesquisa que realizaram.
Agradeço a atenção e aguardo um contato.
Abraços,
Rogério de Moraes
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Tel: (11) 7681-7590
http://www.blogeucinema.blogspot.com
http://www.obscenum.blogspot.com
[...] O Grupo Gargântua participa da mostra, reproduzindo o clima das primeiras sessões da história do cinema. Ao final de cada exibição, será apresentada uma composição musical, ao vivo, com a presença de uma contadora de histórias. [...]